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Legislação

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DIVULGAÇÃO

348

Modelação com funções e atividades experimentais com sensores e calculadoras gráficas
Professores do 3º Ciclo e Secundário;

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

500, 510

Escola Secundária Pedro Nunes | AE de Alvalade

Um ensino das ciências que se pretenda renovado passa pela valorização da experimentação e da capacitação digital. Assim, é necessário ajudar os professores a utilizarem metodologias ativas, aplicações (Data Logger) e equipamentos tecnológicos (calculadoras gráficas e sensores). Nesta formação pretende-se ...
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Ref. 301B1_2026 Inscrições abertas até 09-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136924/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 13-02-2026

Fim: 27-03-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Pedro Nunes | AE de Alvalade

Destinatários

500, 510

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 500, 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 500, 510.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Professor João Soares | Escola Secundária Pedro Nunes | AE de Alavalade

Enquadramento

Um ensino das ciências que se pretenda renovado passa pela valorização da experimentação e da capacitação digital. Assim, é necessário ajudar os professores a utilizarem metodologias ativas, aplicações (Data Logger) e equipamentos tecnológicos (calculadoras gráficas e sensores). Nesta formação pretende-se que os professores aprendam a utilizar sensores e a realizar o tratamento dos dados recolhidos na calculadora gráfica. A experimentação assume, nas aprendizagens essenciais de Física e Química, um papel preponderante na operacionalização dos conhecimentos, capacidades e atitudes. Certas atividades requerem o traçado de gráficos e de retas de ajuste aos dados experimentais, pelo que os alunos (e professores) devem, nesses casos, recorrer à calculadora gráfica. No caso da Matemática, as aprendizagens essenciais que entram em vigor no ano letivo 2024/2025 promovem, nas ações estratégicas de ensino, a recolha de dados para modelação com funções, utilizando sensores, como, por exemplo, a experiência da deslocação de uma bola num plano inclinado, o movimento de um pêndulo ou o movimento de um corpo ligado a uma mola.

Objetivos

Conhecer as funcionalidades da calculadora gráfica e da aplicação Data Logger. Utilizar um sistema de recolha de dados (CLAB e sensores) durante a realização de atividades experimentais, indicadas nas aprendizagens essenciais, de Física e Química A dos 10.º e 11.º anos. Promover a recolha de dados com sensores, na disciplina de matemática, para modelação com funções. Usar os dados recolhidos com sensores e utilizar funções (polinomiais, exponenciais, logarítmicas, trigonométricas) para modelar situações reais, como por exemplo: movimento de um pêndulo, deslocação de uma bola num plano inclinado, movimento de um corpo ligado a uma mola, etc. Realizar o tratamento estatístico e a representação gráfica dos dados recolhidos e a partir destes obter conclusões. Elaborar protocolos para os alunos de acordo com as aprendizagens essenciais e as especificações dos equipamentos. Partilhar materiais, estratégias e experiências inovadoras que possam ser úteis aos professores dos grupos 500 e 510.

Conteúdos

O número total de horas é 25, distribuídas por 5 sessões presenciais (16 horas), 1 assíncrona (6 horas) e 1 síncrona (3 horas). Os conteúdos da ação, para os formandos do grupo 510, estão centrados nas atividades experimentais, indicadas nas aprendizagens essenciais, de Física e Química A dos 10.º e 11.º anos. A lista de atividades é a seguinte: - Movimento num plano inclinado: variação da energia cinética e distância percorrida; - Movimento vertical de queda e ressalto de uma bola; - Características de uma pilha; - Radiação e potência elétrica de um painel fotovoltaico; - Capacidade térmica mássica; - Balanço energético num sistema termodinâmico; - Queda livre: força gravítica e aceleração da gravidade; - Forças nos movimentos retilíneos acelerado e uniforme; - Movimento uniformemente variado: velocidade e deslocamento; - Características do som; - Velocidade de propagação do som; - Absorção, reflexão, refração e reflexão total; - Titulação ácido-base. Os conteúdos da ação, para os formandos do grupo 500, estão centrados nos subtemas “Aprofundamento do estudo de Funções com trabalho de projeto” do 10.º ano, “funções trigonométricas” e “fenómenos periódicos” do 11.º ano. Para o efeito serão modeladas, pelo menos, a seguinte lista de situações: - Movimento de um pêndulo; - Deslocação de uma bola num plano inclinado; - Movimento de um corpo ligado a uma mola; - Movimento de um carrinho telecomandado; - Movimento de uma pessoa; - Variação da iluminância com a distância à fonte luminosa; - Temperatura de uma massa de água quando lhe é adicionada outra massa de água a temperatura diferente; - Onda sonoras produzidas por diapasões. De acordo com os interesses dos formandos do grupo 500 e 510 e do material disponível, poderão ser exploradas outras situações, no entanto serão exploradas pelo menos 50% das atividades/situações referidas. Sessão 1: 3,5 horas (presencial) Apresentação e exploração da aplicação que permite a recolha de dados experimentais (Data Logger). Ligação da calculadora e dos sensores ao CLAB. Utilização dos sensores em ambiente experimental. Realização de uma atividade experimental (grupo 510) e de uma atividade de modelação (grupo 500) orientada pelo formador. Sessão 2: 2,5 horas (presencial) Realização, por cada grupo de formandos, de pelo menos duas atividades/situações da lista. Sessão 3: 3,5 horas (presencial) Exploração do ScreenReceiver. Tratamento dos dados. Exportação de dados para o menu da estatística. Sessão 4: 2,5 horas (presencial) Realização, em cada grupo de formandos, de atividades/situações da lista. Tratamento dos dados. Recolha de dados da tarefa a avaliar. Sessão 5: 6 horas (assíncrona) Tratamento dos dados, conclusões e sugestões da tarefa a avaliar. Realização do protocolo para o aluno. Sessão 6: 4 horas (presencial) Esclarecimento de dúvidas. Tratamento dos dados, conclusões e sugestões da tarefa a avaliar. Realização do protocolo para o aluno. Sessão 7: 3 horas (síncrona) Apresentação dos trabalhos.

Metodologias

Na primeira sessão haverá um momento teórico onde se fornecerão instruções sobre o funcionamento da calculadora, da aplicação Data Logger, do CLAB e dos sensores. Na segunda sessão, os formandos aplicam os conhecimentos adquiridos na sessão anterior na exploração de pelo menos duas atividades experimentais e/ou de modelação. As restantes sessões presenciais serão práticas onde os formandos terão oportunidade de explorar e utilizar o ScreenReceiver, efetuar tratamento de dados, exportar dados para o menu da estatística, etc. A turma será dividida em pequenos grupos de trabalho. Assincronamente, os formandos desenvolvem um protocolo, para os alunos, de uma atividade. Devem também apresentar a recolha e tratamento de dados, análise e conclusões. Na penúltima sessão (presencial) esclarecem-se dúvidas e terminam o protocolo da atividade. Na última sessão (síncrona) os formandos apresentam o trabalho final (protocolo da atividade), realizado assincronamente e na penúltima sessão.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. Será avaliado o envolvimento ativo dos formandos na participação do trabalho individual e em grupo, na elaboração de materiais e na participação nos momentos de discussão coletiva. Os formandos apresentarão um trabalho de produção, aplicação e reflexão crítica de uma atividade integrada nos conteúdos desta ação. No final da formação, cada formando deverá ainda entregar uma breve reflexão escrita e uma identificação de necessidades futuras de formação e/ou projetos a desenvolver.

Bibliografia

Teixeira, J. & Dias, A. (2022). Atividades práticas e laboratoriais: aquisição e tratamento de dados com a calculadora gráfica. Lisboa: CASIO Portugal. https://casio-calculadoras.com/livro-fqTeixeira, J. & Soares, A. (2021). Atividades experimentais e resolução de problemas com calculadora gráfica: ensino remoto de Física. In F. Teixeira, F. Paixão, A. Frias, S. Silveira, D. Vaz & J. Morgado (Coord.), Educação em ciências: interações e desafios (pp. 52-55). Escola Superior de Educação de Coimbra.Kedzierska, E. & Salinci, L. (2021). Data logger App User’s Guide ver. 2.0. Amsterdam: CMA.DGE (2023). Aprendizagens essenciais: Matemática A (10.º e 11.º ano). Direção Geral de Educação, Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/noticias/homologacao-das-novas-aprendizagens-essenciais-de-matematica-para-o-ensino-secundarioDGE (2018). Aprendizagens essenciais: Física e Química A (10.º e 11.º ano). Direção Geral de Educação, Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/fisica-e-quimica-0



INSCREVER-ME
365

Metodologias ativas e transversais na abordagem curricular
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

AE das Olaias


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Ref. 317B5-2026 Inscrições abertas até 27-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123855/24_

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 04-03-2026

Fim: 22-04-2026

Regime: Presencial

Local: AE das Olaias

Formador

Mariana Isabel Maruta Grazina

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Professor João Soares | AE das Olaias

Objetivos

No final desta oficina pretende-se que os professores planifiquem, concebam e implementem uma intervenção com os seus alunos de acordo com o seguinte: Compreender aspetos concetuais que caraterizam as metodologias de aprendizagem ativas, como Metodologia de Trabalho de Projeto; Aprendizagem Baseada em Resolução de Problemas; Perspetivas de Aprendizagem por metodologia de “Inquiry”; Descoberta Orientada e/ou Estudos de Caso. Desenvolver a capacidade de intervenção e desenvolvimento de metodologias ativas de aprendizagem, desde a sua conceção, até à sua reflexão e avaliação.

Conteúdos

Sessões presenciais: Sessão 1 (3h) – Objetivos, resultados esperados, aspetos metodológicos, articulação entre as sessões presenciais e autónomas e avaliação da Oficina de Formação. Contextualização da Oficina relativamente às atuais orientações curriculares. Sessão 2 (3h) – Desenvolvimento profissional docente e a organização de metodologias ativas, colaborativas e participativas. Clarificação concetual de Integração Curricular, Transdisciplinaridade e Interdisciplinaridade. Conceção e construção de uma atividade orientada para aprendizagem ativa. (Projeto; Descoberta Guiada; Resolução de Problemas). Sessão 3 (3h) – Clarificação acerca das especificidades metodológicas no desenvolvimento de competências. Seleção e definição de cada uma delas. Aspetos metodológicos comuns a metodologias de aprendizagens ativas. Sessão 4 (3h) – Aspetos metodológicos específicos do pensamento criativo com base na resolução de problemas. Atividade de aplicação de uma modalidade metodológica de desenvolvimento do pensamento crítico e do pensamento criativo. Sessão 5 (3h) – A pertinência da organização de equipas colaborativas de trabalho e de utilização de plataforma de comunicação (TIC). Em grupo, acessível a professores e alunos. A definição de critérios para a formação de equipas de trabalho entre os alunos. Ponto da situação relativa às atividades implementadas em sala de aula – reflexão conjunta. Sessão 6 (4h) – Reflexão em torno das caraterísticas de uma avaliação autêntica das diferentes competências desenvolvidas. Orientações para a construção de dispositivo de avaliação que respeite as caraterísticas de autenticidade, consistência, mobilização, transparência e praticabilidade, ajustado às atividades ativas de aprendizagem. Definição de competências a avaliar. Seleção de descritores e indicadores. Instrumentos de avaliação: Apresentação das caraterísticas de cada um e sua seleção. Sessão 7 (3h) – Análise conjunta das diferentes propostas de dispositivos de avaliação concebidos. Construção de materiais que se adequem à sua aplicação. Planificação da organização da sessão final de demonstração e apuramento de resultados da Oficina de Formação. Sessão 8 (4h) – Apresentação das diversas atividades desenvolvidas, em contexto, pelos formandos. Auto-avaliação e avaliação entre os pares dos resultados da Oficina de Formação.

Metodologias

De acordo com a perspetiva de formação ação – reflexão – ação, as sessões presenciais terão uma articulação com as sessões de trabalho autónomo. As metodologias, como atrás foi referido, terão uma articulação constante entre as sessões presenciais e o trabalho autónomo a desenvolver, procurando sempre a reflexão – ação. Procurar-se-á, sempre que possível, recorrer a trabalho colaborativo, à partilha de práticas e de conhecimentos procurando a pro-atividade dos participantes; dinâmicas de grupo; trabalho orientado; momentos de apresentação dos trabalhos produzidos; reflexão e avaliação formativa; aprofundamento teórico do que se trabalhou e lançamento do trabalho autónomo entre sessões e trabalho individual e em grupo. O trabalho autónomo será desenvolvido a par das sessões presenciais e em articulação com as abordagens efetuadas. Até à sessão 5 os participantes nesta Oficina deverão utilizar 10 horas do trabalho autónomo para planearem a sua própria intervenção com os seus alunos, que será objeto de análise em reflexão conjunta na sessão 5. A reflexão em torno da avaliação dessas atividades e que terão suporte concetual na sessão 6 possibilitará a adequação do dispositivo de avaliação à atividade já planeada, para esta fase prevê-se a utilização de outras 10 horas de trabalho autónomo de modo a permitir reflexão acerca de processos de avaliação ajustados às práticas pedagógicas ativas de aprendizagem. Finalmente após a sessão 7 será necessário concluírem a implementação com os respetivos alunos, de modo a organizarem todas as evidências para a sessão final pelo que serão necessárias pelo menos mais 5 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e integração dos formandos no grupo de formação em cada uma das sessões realizadas. Os formandos serão avaliados em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de um relatório de reflexão (individual), que traduza todo o trabalho produzido nas sessões presenciais e não presenciais, tendo em conta a pertinência, adequabilidade dos materiais produzidos, criatividade, organização, atualidade e apresentação. A escala de avaliação é compreendida entre 1 e 10 valores, sendo que a aprovação na Oficina de Formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas presenciais conjuntas da ação. As percentagens de ponderação serão as que vigoram no centro de formação e aprovadas pela Comissão Pedagógica a aplicar à modalidade de Oficina de Formação.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-03-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
2 11-03-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
3 18-03-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
4 25-03-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
5 01-04-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
6 08-04-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
7 15-04-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial
8 22-04-2026 (Quarta-feira) 16:15 - 19:15 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
354

Gestão de grupos diversos e participação cidadã
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

5.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Professores de Música/Ensino Artístico;

Escola Secundária Padre António Vieira

A ação proposta tem relação direta com o exercício profissional dos docentes, em especial no âmbito da implementação de tutorias e do desenvolvimento de atividades com grupos de alunos diversos e interculturais. A gestão pedagógica de grupos diversos contribui para a resposta às necessidades de ...
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Ref. 308ACD_72026 Inscrições abertas até 06-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD_7_2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 10-03-2026

Fim: 12-03-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Padre António Vieira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Professores de Música/Ensino Artístico;

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Professor João Soares | Fundação Cidade de Lisboa | AE de Alvalade | AE Rainha D. Leonor

Enquadramento

A ação proposta tem relação direta com o exercício profissional dos docentes, em especial no âmbito da implementação de tutorias e do desenvolvimento de atividades com grupos de alunos diversos e interculturais. A gestão pedagógica de grupos diversos contribui para a resposta às necessidades de diferenciação do ensino, contribuindo para a promoção do sucesso educativo e da equidade. A ação tem rigor e qualidade científica e pedagógica, assentando em referenciais teóricos e conceitos fundamentados e reconhecidos. Releva ainda a experiência de 10 anos da FCL na implementação de atividades socioeducativas em contextos interculturais e da especialização nas questões da Cidadania Global. A ACD é ministrada por formadores detentores do grau de Mestre nas áreas da Educação e Serviço Social.

Objetivos

1. Desenvolver competências-chave nos docentes para gerir grupos diversos e interculturais; 2. Identificar e compreender conceitos chave ao nível da aprendizagem diversa, educação intercultural e abordagem sistémica na perspetiva da intervenção comunitária; 3. Identificar recursos pedagógicos para a promoção da cidadania ativa em alinhamento com a Agenda 2030.

Conteúdos

Aprendizagem diversa e intercultural: estilos de aprendizagem, comunicação intercultural, recursos e práticas inclusivas; - Educação não-formal e intervenção comunitária: abordagem sistémica, recursos adaptados e diversos, parcerias locais e práticas educativas de sucesso em contextos vulneráveis; - Participação cidadã: Youth Goals, Agenda 2030, recursos pedagógicos para explorar temas de Cidadania e envolvimento cidadão com crianças e jovens.

Metodologias

Avaliação formativa a partir dos exercícios práticos individuais e de grupo propostos em cada sessão.

Modelo

Inquérito de satisfação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-03-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
2 12-03-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial

INSCREVER-ME
363

Arte e Matemática

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600

AE Marquesa de Alorna

No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses ...
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Ref. 312B4_2026 Inscrições abertas até 13-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135089/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 19-03-2026

Fim: 28-05-2026

Regime: Presencial

Local: AE Marquesa de Alorna

Formador

Ana Patrícia Furtado do Canto

Destinatários

Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.

Objetivos

Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.

Conteúdos

EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.

Metodologias

Presencial: As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos. Trabalho Autónomo: No final de cada sessão será proposto aos formandos o trabalho autónomo a realizar e esses trabalhos serão apresentados na última sessão. Os formandos são incentivados, através dos vários problemas colocados, a realizarem aprendizagens significativas, com a preocupação de ligação com os contextos e suas vivências profissionais. Esta componente destina-se a: 1. Aprofundamento, pelos formandos, dos conteúdos desenvolvidos nas sessões presenciais, nomeadamente o seu enquadramento nos documentos de referência nacionais, de modo a planificarem atividades diferenciadas. 2. Planificação, implementação e avaliação de atividades com os alunos de natureza disciplinar ou interdisciplinar. 3. Partilha de práticas com o grupo turma. Debate e consensualização de metodologias de implementação e avaliação.

Avaliação

A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Bibliografia

AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: “Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa”, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-03-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
2 26-03-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
3 02-04-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
4 09-04-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
5 16-04-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
6 23-04-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
7 14-05-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
8 21-05-2026 (Quinta-feira) 16:00 - 20:00 4:00 Presencial

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