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Notícia
O Centro de Formação Prof. João Soares tem a honra de receber, dia 21 de maio de 2026, na Escola sede do CFAE, e no âmbito de uma missão de serviço a Portugal, uma distinta Delegação do Ministério da Educação e do INFORDEPE de Timor-Leste, constituída por representantes governamentais, dirigentes institucionais e responsáveis técnicos ligados à formação de professores e ao desenvolvimento do sistema educativo timorense.
A iniciativa contra com a presença da Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Acesso ao Moodle:
DIVULGAÇÃO
LER E ESCREVER PARA APRENDER
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo;
Oficina
50.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220
O desenvolvimento de competências de leitura e de escrita assume grande importância para se atingir o sucesso a nível académico, pessoal e profissional (Liesa & Castelló, 2005; Fiester, 2013; Duchouquette,
Loschert & Barth, 2014). Ler e escrever no âmbito transversal da construção de conhecimentos supõe ...
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Ref. 345A_2_2026 Inscrições abertas até 02-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138863/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 04-06-2026
Fim: 09-07-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Padre António Vieira
Formador
Teresa Alexandra Mendes Costa Pereira
Destinatários
Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências de leitura e de escrita assume grande importância para se atingir o sucesso a nível académico, pessoal e profissional (Liesa & Castelló, 2005; Fiester, 2013; Duchouquette, Loschert & Barth, 2014). Ler e escrever no âmbito transversal da construção de conhecimentos supõe atividades integradoras em que a leitura e a escrita são ensinadas explicitamente de modo a facilitar o estudo nas diferentes áreas disciplinares. A presente oficina vem na sequência do projeto de investigação Ler e Escrever Para Aprender (Costa-Pereira & Sousa, 2017) e decorre de necessidades identificadas neste domínio quer no agrupamento de escolas em que o projeto foi desenvolvido, quer em outros que participaram em investigação ligada ao projeto. O Estudo Internacional PISA mostra que, no que respeita às competências de leitura, os alunos portugueses têm apresentado uma tendência decrescente nos últimos anos, verificando-se em 2022 uma descida de 15 pontos relativamente ao ano de 2018, ficando Portugal apenas um ponto acima da média da OCDE (Instituto de Avaliação Educativo [IAVE], 2023). Sendo o tipo de texto que apresenta uma maior pertinência na construção do conhecimento académico, é fundamental que os alunos aprendam explicitamente estratégias (cognitivas e metacognitivas) (Boruchovitch, 2007) e que as saibam mobilizar quando leem textos desta natureza (Curto, Morillo, & Teixidó, 2009).
Objetivos
1. Permitir o contacto dos docentes com pressupostos teóricos nos âmbitos da aprendizagem e construção do conhecimento, com enfoque especial na área da compreensão na leitura de textos expositivos (Snow, 2002. Pereira, 2023) e de escrita com função epistémica (Viana, Ribeiro, Santos e Cadime, 2012; Sousa e Costa- Pereira, 2016, Sousa e Costa-Pereira, 2021); 2. Promover e apoiar a construção de propostas de trabalho a implementar em sala de aula: - ancoradas no que se sabe sobre a aprendizagem da língua e sobre a importância da interação e das cenas de atenção conjunta na aprendizagem (Tomasello, Kruger, & Ratner, 1993); 3. Incentivar o trabalho colaborativo entre professores, promovendo uma reflexão alargada sobre a pertinência das atividades implementadas, desenvolver hábitos de observação e análise de situações educativas, visando um clima positivo e desafiante de aprendizagem;
Conteúdos
Os conteúdos desta ação foram definidos segundo uma linha orientadora que permita aos formandos atualizar e aprofundar os conhecimentos científicos e metodológicos ao ensino do Português no 1o ciclo, nomeadamente no domínio do ler e escrever para aprender. Pretende-se, por um lado, proporcionar a reflexão sobre as práticas de cada professor e, por outro, criar propostas de intervenção baseadas nos resultados da investigação produzida sobre a aprendizagem da leitura e da escrita no âmbito do ler e escrever para aprender. A ação terá como base os documentos orientadores do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, nomeadamente as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e incide, maioritariamente, no desenvolvimento de competências ligadas ao ensino da leitura e da escrita. Assim, foram definidos para esta formação, os seguintes conteúdos: - Leitura: aprender a ler e ler para aprender; - Compreensão de texto; - Texto expositivo; - Sentidos do texto: tema, subtema, assunto; informação essencial; antecipação de conteúdos; sínteses parciais; - Vocabulário: alargamento temático; - Organização da informação: esquemas, mapas conceptuais... - Os subprocessos do processo da escrita com especial incidência na planificação e geração de ideias;
Metodologias
Presencial: Passos metodológicos: Realização de sessões conjuntas orientadas pela formadora, organizadas em três eixos, teoria, prática e reflexão: - sessões teóricas de aprofundamento dos temas identificados anteriormente; - sessões teórico-práticas para construção de propostas a implementar em sala de aula; - sessões de reflexão sobre o trabalho desenvolvido e de possíveis alterações a realizar. Dinamização de uma plataforma on-line construída para apoiar a formação - disponibilização de textos e outros materiais - acompanhamento do trabalho autónomo dos formandos; - resposta a questões colocadas pelos professores; - apoio no registo de dados provenientes da intervenção; - moderação de fóruns de discussão e de espaços de partilha de reflexões e recursos construídos Trabalho Autónomo: A estas horas acrescem 25 h de trabalho autónomo individual, onde se inclui, além do trabalho diretamente relacionado com a sala de aula, a participação na plataforma online construída para apoiar a formação. A gestão do total de horas será flexível, de acordo com o contexto sócio educativo de cada agrupamento e com as necessidades identificadas pelo formador.
Avaliação
- Realização das atividades propostas nas sessões conjuntas e nos momentos de trabalho autónomo: - Reflexão escrita sobre a leitura de textos relacionados com as grandes temáticas abordadas (1 texto por formando); - Apresentação de propostas construídas, bem como exemplos das atividades de implementação das mesmas com as crianças em sala de aula; - Identificação das dificuldades sentidas na construção dos recursos e na implementação em sala de aula e dos aspetos a melhorar. Todas as atividades serão realizadas na plataforma online de apoio à formação. A classificação será expressa numa escala quantitativa.
Bibliografia
Costa-Pereira, T., & Sousa, O.C. (2017). Ler e escrever para construir conhecimento. Atas do 12a Encontro da Associação de Professores de Português: Língua e Literatura na escola do Séc. XXI (s/p). Lisboa: Associação dos Professores de Português.IAVE (2023). PISA 2022 PORTUGAL. Relatório Nacional. Retrieved from https://iave.pt/wp- content/uploads/2019/08/Relatorio-Final.pdfPereira, T. (2023). Ler e Escrever para Construir Conhecimento. Lisboa: Edições Sala100Sousa, O. & Costa-Pereira, T., (2016). Escrita, leitura e aprendizagem: um estudo exploratório no ensino superior. Exedra, 185-205.Sousa, O. & Costa-Pereira, T. (2021). Ler e escrever para construir conhecimento: um projeto de intervenção no ensino básico. In Teixeira, M. et al (2021). Anais do VI SIMELP Da união à diversidade. Santarém: Instituto Politécnico de Santarém
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 02-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 09-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 16-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 23-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 355ACD_33_2026 Inscrições abertas até 19-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_33_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 23-06-2026
Fim: 24-06-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Gil Vicente
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Gil Vicente
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Histórias difíceis, legados difíceis Como ensinar e falar sobre escravatura e comércio transatlântico de escravizados
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
Curso
30.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
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Ref. 344B6_2026 Inscrições abertas até 26-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127029/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 30.0 horas
Início: 29-06-2026
Fim: 03-07-2026
Regime: Presencial
Local: Fundação Calouste Gulbenkian
Formador
Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro
Ines Brandao
Susana Gomes da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares
Enquadramento
Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.
Objetivos
Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.
Conteúdos
CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.
Metodologias
Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados. Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.
Bibliografia
Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.
Observações
Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço
1 29-06-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 30-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 01-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 02-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 03-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 03-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-06-2026 (Segunda-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 2 | 30-06-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 3 | 01-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 02-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 5 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Histórias difíceis, legados difíceis Como ensinar e falar sobre escravatura e comércio transatlântico de escravizados
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
Curso
30.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
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Ref. 344B7_2026 Inscrições abertas até 30-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127029/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 30.0 horas
Início: 06-07-2026
Fim: 10-07-2026
Regime: Presencial
Local: Fundação Calouste Gulbenkian
Formador
Ines Brandao
Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro
Susana Gomes da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares
Enquadramento
Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.
Objetivos
Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.
Conteúdos
CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.
Metodologias
Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados. Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.
Bibliografia
Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.
Observações
Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço
Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão 1 06-07-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 07-07-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 08-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 09-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 10-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 10-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 2 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 09-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 5 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Leitura e Funcionamento Emocional/Comportamental da Criança: Práticas Baseadas na Evidência para Promover um Ambiente Escolar Positivo para o Desenvolvimento das Competências Precoces de Literacia
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Existe uma relação estreita entre dificuldades emocionais/comportamentais e o desenvolvimento da leitura. Problemas como hiperatividade e desatenção podem prejudicar a aquisição de competências precoces de literacia ao afetar as relações e o envolvimento na aprendizagem. Por sua vez, dificuldades ...
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Ref. 360ACD_36_2026 Inscrições abertas até 03-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_36_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 07-07-2026
Fim: 07-07-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar (Sede)
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Alto do Lumiar | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Existe uma relação estreita entre dificuldades emocionais/comportamentais e o desenvolvimento da leitura. Problemas como hiperatividade e desatenção podem prejudicar a aquisição de competências precoces de literacia ao afetar as relações e o envolvimento na aprendizagem. Por sua vez, dificuldades persistentes de literacia podem aumentar, mais tarde, o risco de problemas comportamentais e emocionais, como ansiedade, baixa autoeficácia e diminuição da autoestima, o que frequentemente leva a evitar as tarefas. Assim, esta ação de formação pretende explorar as influências bidirecionais entre dificuldades emocionais/comportamentais e a aquisição de competências precoces de literacia, identificar problemas de externalização e internalização e sinais precoces de risco, bem como abordar estratégias baseadas na evidência para prevenir comportamentos disruptivos e promover ambientes de aprendizagem inclusivos que favoreçam o bem-estar das crianças. Esta ação proporcionará uma abordagem baseada na evidência científica e nas metodologias pedagógicas ativas, capacitando os participantes para identificar precocemente dificuldades e estratégias de intervenção.
Objetivos
Esta ação de formação tem como objetivo capacitar os formandos para reconhecer e identificar dificuldades emocionais e comportamentais associadas ao desenvolvimento de competências precoces de literacia e implementar estratégias baseadas na evidência que promovam ambientes de aprendizagem inclusivos que favoreçam o bem-estar das crianças. Objetivos específicos: Explorar as relações entre o funcionamento emocional/comportamental e o desenvolvimento de competências precoces de literacia, mais especificamente as influências bidirecionais, incluindo o impacto da hiperatividade, desatenção, comportamento disruptivo e dificuldades emocionais na aprendizagem e desenvolvimento; Identificar dificuldades de externalização e internalização, mais concretamente indicadores comportamentais e emocionais que interferem no desenvolvimento das competências precoces de literacia e desenvolvimento; reconhecimento precoce de sinais de risco; implicações para a sinalização, avaliação e monitorização em contextos educativos; Promover ambientes positivos na sala/escola e reduzir barreiras comportamentais à aprendizagem, nomeadamente discutir estratégias baseadas na evidência para prevenir ou minimizar comportamentos disruptivos, fortalecer as relações educador/professor–criança e entre pares, e fomentar ambientes de aprendizagem inclusivos e de apoio, que promovam o bem-estar, aprendizagem e desenvolvimento da criança.
Conteúdos
Problemas de comportamento e o seu impacto na aquisição de competências precoces de literacia: PHDA e Problemas de Externalização e Internalização. Sinalização precoce, avaliação e monitorização em contexto educativo. Intervenção e promoção de ambientes positivos: prevenir comportamentos disruptivos, Fortalecer relações e promover inclusão e apoio na aprendizagem.
Metodologias
Serão adotadas metodologias de ensino diversas, com especial enfoque em abordagens de aprendizagem ativa. A ação de formação incluirá a exposição de conteúdos, proporcionando uma base teórica sobre os tópicos abordados. Adicionalmente, através da análise de estudos de caso, os formandos poderão aplicar os conceitos teóricos a situações reais, promovendo uma compreensão prática das problemáticas em análise e dos desafios encontrados no exercício das suas funções. Por fim, serão também realizadas atividades colaborativas em grupo e discussões orientadas que incentivarão a reflexão e a ligação dos conteúdos abordados com a prática pedagógica dos formandos.
Modelo
Inquérito
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 16:00 | 7:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Fatores Cognitivos de Risco e de Proteção Associados à Aquisição de Competências Precoces de Literacia: Ferramentas Digitais para Intervenção.
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Apesar da aquisição da leitura ser um marco-chave no desenvolvimento, subjacente ao progresso da criança em múltiplos domínios, dificuldades na aquisição de capacidades de literacia afetam um número significativo de crianças por toda a Europa. Por isso, tem-se revelado fundamental recorrer a uma perspetiva ...
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Ref. 361ACD_37_2026 Inscrições abertas até 10-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_37_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 14-07-2026
Fim: 14-07-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar (Sede)
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Alto do Lumiar | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Apesar da aquisição da leitura ser um marco-chave no desenvolvimento, subjacente ao progresso da criança em múltiplos domínios, dificuldades na aquisição de capacidades de literacia afetam um número significativo de crianças por toda a Europa. Por isso, tem-se revelado fundamental recorrer a uma perspetiva ecológica no âmbito do desenvolvimento da leitura, pois esta permite a identificação precoce de fatores cognitivos, familiares, escolares e societais, de risco e protetores. Ferramentas de aprendizagem digital poderão desempenhar um papel valioso neste processo, ao transformar práticas educacionais e aumentar o envolvimento das crianças, especialmente das que apresentam dificuldades de literacia. Apesar disso, estes jogos também poderão introduzir novos desafios. Assim, esta ação de formação tem como objetivo fornecer uma visão geral integrada, tanto dos fatores relacionados à criança (e.g. capacidades cognitivas, autorregulação), como de influências contextuais (ambiente familiar, escolar e societal mais amplo) que poderão dificultar ou apoiar a aprendizagem de competências precoces de literacia.
Objetivos
Esta ação de formação tem como objetivo capacitar os formandos a compreender os fatores cognitivos e contextuais de risco e de proteção no desenvolvimento de competências precoces de literacia, bem como a utilizar jogos digitais para potenciar as competências cognitivas subjacentes àquelas competências. Objetivos específicos: Examinar a autorregulação e fatores cognitivos, mais especificamente como a autorregulação da criança e, em particular, as funções executivas contribuem para a aquisição de competências precoces de literacia; Explorar jogos digitais desenhados para potenciar os fundamentos cognitivos subjacentes às competências precoces de literacia.
Conteúdos
Fatores cognitivos protetores e de risco para a aquisição de capacidades de leitura. Jogos digitais desenhados para potenciar os fundamentos cognitivos subjacentes às competências precoces de literacia.
Metodologias
Serão adotadas metodologias de ensino diversas, com especial enfoque em abordagens de aprendizagem ativa. A ação de formação incluirá a exposição de conteúdos, proporcionando uma base teórica sobre os tópicos abordados. Adicionalmente, através da análise de estudos de caso, os formandos poderão aplicar os conceitos teóricos a situações reais, promovendo uma compreensão prática das problemáticas em análise e dos desafios encontrados no exercício das suas funções. Por fim, serão também realizadas atividades colaborativas em grupo e discussões orientadas que incentivarão a reflexão e a ligação dos conteúdos abordados com a prática pedagógica dos formandos.
Modelo
Inquérito
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 16:00 | 7:00 | Presencial |
INSCREVER-ME