OFERTA FORMATIVA
Ref. 355ACD_33_2026 Inscrições abertas até 19-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_33_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 23-06-2026
Fim: 24-06-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Gil Vicente
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Gil Vicente
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 344B6_2026 Inscrições abertas até 26-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127029/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 30.0 horas
Início: 29-06-2026
Fim: 03-07-2026
Regime: Presencial
Local: Fundação Calouste Gulbenkian
Formador
Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro
Ines Brandao
Susana Gomes da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares
Enquadramento
Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.
Objetivos
Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.
Conteúdos
CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.
Metodologias
Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados. Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.
Bibliografia
Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.
Observações
Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço
1 29-06-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 30-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 01-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 02-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 03-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 03-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-06-2026 (Segunda-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 2 | 30-06-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 3 | 01-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 02-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 5 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 344B7_2026 Inscrições abertas até 30-06-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127029/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 30.0 horas
Início: 06-07-2026
Fim: 10-07-2026
Regime: Presencial
Local: Fundação Calouste Gulbenkian
Formador
Ines Brandao
Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro
Susana Gomes da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares
Enquadramento
Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.
Objetivos
Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.
Conteúdos
CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.
Metodologias
Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados. Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.
Bibliografia
Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.
Observações
Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço
Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão 1 06-07-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 07-07-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 08-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 09-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 10-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 10-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 2 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 09-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 5 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE Alvalade
Observações
Módulos de formação para os novos docentes/docentes com habilitação própria do AE de Alvalade
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 3 horas; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 3 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores-alunos - 3 horas; 5. Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 3 horas; 6. Processos de recolha de informação - 3 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos de intervenção desenvolvidos no âmbito da oficina - 7 horas.
Metodologias
Presencial: Nas sessões presenciais os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática. Neste âmbito, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da análise de instrumentos e melhoria de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:30 | 3:30 | Presencial |
Ref. 312B4_2026 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135089/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 29-04-2026
Fim: 17-06-2026
Regime: Presencial
Local: Centro de Formação Prof. João Soares | Escola Secundária Padre António Vieira
Formador
Simão Palmeirim Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Plano Nacional das Artes | Centro de Formação Professor João Soares
Enquadramento
No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.
Objetivos
Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.
Conteúdos
EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.
Metodologias
Presencial: As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos. Trabalho Autónomo: No final de cada sessão será proposto aos formandos o trabalho autónomo a realizar e esses trabalhos serão apresentados na última sessão. Os formandos são incentivados, através dos vários problemas colocados, a realizarem aprendizagens significativas, com a preocupação de ligação com os contextos e suas vivências profissionais. Esta componente destina-se a: 1. Aprofundamento, pelos formandos, dos conteúdos desenvolvidos nas sessões presenciais, nomeadamente o seu enquadramento nos documentos de referência nacionais, de modo a planificarem atividades diferenciadas. 2. Planificação, implementação e avaliação de atividades com os alunos de natureza disciplinar ou interdisciplinar. 3. Partilha de práticas com o grupo turma. Debate e consensualização de metodologias de implementação e avaliação.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Lisboa | Centro de Formação Professor João Soares
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Gil Vicente
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares
Objetivos
Aprofundar o conhecimento e fomentar o desenvolvimento de práticas eficazes na construção e implementação do PIT Promover a melhor compreensão do seu enquadramento legal,
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Bernardo Branco Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
My Polis | Centro de Formação professor João Soares
Enquadramento
A MyPolis, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, tem o prazer de convidar V. Exas. para o Dia Democracity, que terá lugar no próximo dia 19 de maio, entre as 9h15 e as 12h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O encontro dirige-se a profissionais da área da educação, nomeadamente de escolas, municípios e organizações, interessados em conhecer e explorar o Democracity, um recurso pedagógico prático e inovador que promove a literacia democrática junto dos jovens, através de metodologias participativas e experiências imersivas de tomada de decisão.
Conteúdos
O programa incluirá momentos de apresentação, partilha de experiências e discussão sobre a aplicação do jogo Democracity em diferentes contextos educativos, bem como o painel: “Democracity: da simulação à participação real”, com a participação de Bernardo Gonçalves, fundador e diretor da MyPolis, Maria Inácia Rezola, historiadora, professora e Comissária dos 50 anos do 25 de Abril, e Hugo Ferrinho Lopes, professor auxiliar convidado no Iscte e na EEG-UMinho.
Metodologias
Esta manhã será dedicada à reflexão e ao diálogo em torno da educação para a cidadania e da participação democrática.
Observações
Agradecemos, caso seja do vosso interesse, a confirmação da presença através do seguinte formulário: https://forms.gle/2h9sKBm59L7J2kiF7
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 09:15 - 12:30 | 3:15 | Presencial |
Formador
Bernardo Branco Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
My Polis | Centro de Formação professor João Soares
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 09:15 - 12:30 | 3:15 | Presencial |
Formador
Teresa Alexandra Mendes Costa Pereira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna
Enquadramento
A iniciação à leitura e a escrita integra um conjunto de estratégias e atividades que devem fazer parte da ação do professor. De forma a promover o desenvolvimento de competências de leitura, é importante a utilização de estratégias que integrem atividades de desenvolvimento da consciência fonológica, descoberta do princípio alfabético, decifração e compreensão. Nesta ação apresenta-se investigação relacionada com o tema, bem como exemplos de atividades e recursos que poderão ser utilizados em sala de aula. A ação de curta duração apresenta as seguintes condições: a) A ação irá ser frequentada por professores e educadores e é direcionada para o exercício da atividade docente; b) Serão apresentados e explicitados pressupostos teóricos baseados em investigação recente sobre a temática abordada. c) A formadora possui o grau de mestre e doutor em educação.
Objetivos
- Apresentar investigação sobre o processo de iniciação à leitura e à escrita. - Explicitar os conceitos relacionados com a temática. - Refletir sobre a importância do desenvolvimento da consciência fonológica e conhecimento do princípio alfabético para o desenvolvimento de competências de leitura pelos alunos; - Apresentar propostas didáticas para implementar em sala de aula.
Conteúdos
Fases de desenvolvimento da leitura - Comportamentos emergentes de literacia - Consciência fonológica - Princípio alfabético - Decifração - Compreensão - Educação literária - Estratégias e atividades de sala de aula
Metodologias
A ação integra uma componente teórica da análise de investigação sobre os vários conteúdos e a partilha de atividades práticas de partilha de estratégias de leitura para utilizar em sala de aula. Ao longo da ação, procura-se que os formandos reflitam sobre o desenvolvimento de competências de literacia e sobre o papel da educação literária na formação de leitores.
Modelo
A avaliação será contínua e terá em conta a participação dos formandos, a realização das atividades práticas e a reflexão sobre a implementação das estratégias em sala de aula. No final da ação será realizado um questionário de satisfação online.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
João António Heliodoro Garcia
Sónia Isabel Carvalhinho Henriques Pestana
Romina Sofia Varela Costa Alemida
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | DGESTE - DIREÇÃO DE SERVIÇOS ESCOLARES
Objetivos
Capacitar docentes e não docentes para a atuação correta, segura e responsável na administração de medicação de emergência a alunos com Necessidades Educativas Específicas, promovendo uma resposta eficaz em situações clínicas urgentes no contexto escolar.
Conteúdos
Estrutura da Formação (6 horas) Módulo teórico – Enquadramento e Fundamentos (3h) Conteúdos: Tipos de medicação S.O.S. em meio escolar (ex.: adrenalina, ansiolíticos, antiepiléticos, broncodilatadores, insulina, etc.) Aspetos legais, éticos e operacionais da administração de medicamentos por não profissionais de saúde Interpretação de um Plano Individual de Saúde (PIS): dados essenciais, protocolos de atuação e registos Comunicação com encarregados de educação e serviços de emergência médica Módulo prático – Aplicação Prática e Gestão de Emergências (3h) Atividades práticas: Simulação de situações críticas: crises epiléticas, anafilaxia, hipoglicemia Treino com dispositivos simuladores (ex.: canetas auto-injetoras de adrenalina, seringas doseadas, aerossóis, sondas de alimentação, dispositivos de aspiração de secreções, etc) Procedimentos pós-administração: registo, comunicação, acionamento do INEM Análise de casos reais e lições aprendidas
Observações
Docentes de todos os ciclos de ensino; assistentes operacionais e técnicos afetos ao apoio direto a alunos; elementos das equipas de emergência ou responsáveis por alunos com Plano Individual de Saúde.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
João António Heliodoro Garcia
Sónia Isabel Carvalhinho Henriques Pestana
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | DGESTE - Direção de Serviços Escolafres
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Kalpna Kirtikumar
Patrícia Louro de Moraes Sarmento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres | Semear Valores | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Os Professores enfrentam desafios diários, como a sobrecarga de trabalho, exigências administrativas , , turmas heterogêneas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e estudos da OCDE indicam que o burnout entre professores tem aumentado, levando a impactos negativos na saúde mental e na qualidade do ensino. Portanto, desenvolver a resiliência torna-se essencial para garantir o bem-estar docente e a permanência na profissão.
Objetivos
A formação visa fortalecer a resiliência dos professores, promovendo uma compreensão aprofundada sobre o conceito e sua aplicação na docência. Busca-se proporcionar estratégias práticas para que os docentes desenvolvam recursos internos e externos que os ajudem a enfrentar desafios de forma mais equilibrada e sustentável.
Conteúdos
A resiliência como um processo dinâmico e construído ao longo do tempo O papel dos professores na construção da própria resiliência Modelo ABC Identificação de recursos internos (competências socioemocionais, autocuidado, propósito profissional, autorregulação emocional) e externos (apoio da comunidade escolar, colegas, redes de suporte e práticas institucionais que favorecem a resiliência). A comunicação não-violenta como enquanto ferramenta para a construção da resiliência
Metodologias
Presencial: Expositivo, interrogativo, demonstrativo (visualização de vídeos) e ativo (dinâmicas de grupo; exercícios promotores de resiliência).
Modelo
Frequência
Observações
Exclusivo para Docentes e Não Docentes do Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Kalpna Kirtikumar
Patrícia Louro de Moraes Sarmento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres | Semear Valores | Centro de Formação Prof. João Soares
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Rita Mafalda Costa Francisco
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Universidade Católica Portuguesa
Enquadramento
A docência é considerada uma profissão muito exigente (em termos cognitivos e emocionais) associada a elevados níveis de stress, relacionados com fatores diversos como a complexidade das interações humanas no contexto escolar (com alunos, colegas, encarregados de educação, etc.) ou pressões estruturais (e.g., sobrecarga de trabalho, excesso de tarefas administrativas e burocráticas). O stress ocupacional nestes contextos surge frequentemente, sendo um risco para a saúde mental dos professores – que apresentam elevados níveis de burnout, segundo estudos recentes –, para a qualidade das práticas educativas e, consequentemente, para o desempenho dos alunos e para o ambiente escolar. Assim, no sentido de reduzir o desequilíbrio entre as exigências e os recursos percebidos para lidar com as mesmas, torna-se fundamental reforçar competências que promovam o desenvolvimento pessoal, interpessoal e profissional docente, bem como a sua saúde e bem-estar geral (e.g., competências socioemocionais, estilos de vida saudáveis, estratégias de autocuidado). A literatura mais recente indica que intervenções estruturadas focadas nestas competências podem contribuir de forma significativa para a diminuição dos sintomas de burnout e para o aumento do bem-estar dos professores, melhorando, consequentemente, o seu desempenho profissional (e.g., Durlak et al., 2015; Jennings & Greenberg, 2009; Oliveira et al., 2024). O #EntreViagenseAprendizagensparaProfessores: Programa de promoção do bem-estar de professores de 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário, é uma intervenção constituída por 6 sessões dinâmicas e interativas, semanais, desenvolvidas em grupos de 12-15 professores. Integrado no paradigma das escolas promotoras de saúde (OMS & UNESCO, 2021), o desenvolvimento deste programa dirigido a professores surge na sequência do programa de promoção do bem-estar dirigido a adolescentes desenvolvido pela mesma equipa (Francisco et al., 2023), procurando agora alcançar outros elementos do sistema escolar com um papel determinante nas escolas.
Objetivos
Trata-se de uma ação de formação de curta duração relacionada com o exercício profissional de docente em qualquer domínio, dado focar-se em competências transversais – competências socioemocionais e competências relacionadas com a literacia em saúde e o autocuidado - essenciais para a manutenção do bem-estar dos professores e com impacto no seu desempenho profissional, em particular na qualidade das relações interpessoais estabelecidas com os alunos e todos os elementos do sistema escolar/educativo. Tem a duração de 6 horas e foi desenvolvida por uma doutorada em Psicologia e docente universitária, com base em investigação científica recente, nacional e internacional.
Conteúdos
A ação de formação tem como objetivo geral a promoção do bem-estar dos professores de 2º e 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, através da promoção da literacia em saúde, literacia em saúde mental, das competências socioemocionais e autocuidado e equilíbrio trabalho/vida pessoal, numa perspetiva holística e sistémica. Especificamente, pretende-se promover nos professores: - aumento de competências de literacia em saúde, em particular o reconhecimento do conceito de saúde como multidimensional e do impacto dos estilos de vida no funcionamento individual e profissional; - aumento de competências de literacia em saúde mental, em particular o reconhecimento de sinais stress e sintomas precoces de burnout, ansiedade e depressão, bem como estratégias para lidar com os mesmos; - aumento de competências de autoconhecimento e autorregulação, em particular a identificação de emoções e as estratégias de autorregulação emocional, para aumentar a adaptabilidade em situações de stress agudo; - aumento de competências de escuta ativa e empatia, para melhorar as relações interpessoais e a colaboração no ambiente escolar; - aumento de competências de comunicação e de gestão de conflitos no contexto escolar (e outros); - aumento de reportório do estratégias de equilíbrio trabalho/vida pessoal através da identificação de limites pessoais e da promoção de atividades de autocuidado.
Metodologias
Sessão 1. Literacia em Saúde e estilos de vida saudáveis (relação entre componentes de saúde física, mental e social) Sessão 2. Literacia em Saúde Mental (sinais de stress, ansiedade, depressão, burnout; primeiros socorros emocionais) Sessão 3. Consciência e Regulação Emocional (identificação de emoções, estratégias de autorregulação emocional) Sessão 4. Empatia e Escuta Ativa (treino de competências) Sessão 5. Comunicação Consciente e Gestão de Conflitos (treino de competências) Sessão 6. Autocuidado e Equilíbrio Trabalho - Vida Pessoal (identificação de limites pessoais e estratégias de autocuidado)
Modelo
A ação de formação decorre em regime presencial, em grupos de 12 a 15 professores, preferencialmente, podendo realizar-se vários grupos no mesmo período de acordo com o interesse das escolas e professores. As sessões são semanais, têm a duração de 1 hora (total de 6 horas), e seguem a abordagem SAFE (acrónimo para Sequencial, Ativo, Focado, e Explícito; Durlak et al., 2011). Recorrer-se-á à exposição teórico-prática, à interação contínua entre formadores e formandos e ao debate sobre os conteúdos propostos, em articulação com conhecimentos prévios dos formandos. Recorrer-se-á também a formas ativas de aprendizagem, baseadas em atividades experimentais e participativas (e.g., role-play, debates, exercícios de reflexão individual), no sentido de potenciar o desenvolvimento de competências, bem como a sua aplicação na vida diária dos professores, seja no contexto escolar ou na sua vida privada, pelo que são sugeridas também atividades entre sessões.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 2 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 3 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 4 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 5 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 6 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
Formador
Mariana Isabel Maruta Grazina
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE das Olaias
Objetivos
No final desta oficina pretende-se que os professores planifiquem, concebam e implementem uma intervenção com os seus alunos de acordo com o seguinte: Compreender aspetos concetuais que caraterizam as metodologias de aprendizagem ativas, como Metodologia de Trabalho de Projeto; Aprendizagem Baseada em Resolução de Problemas; Perspetivas de Aprendizagem por metodologia de “Inquiry”; Descoberta Orientada e/ou Estudos de Caso. Desenvolver a capacidade de intervenção e desenvolvimento de metodologias ativas de aprendizagem, desde a sua conceção, até à sua reflexão e avaliação.
Conteúdos
Sessões presenciais: Sessão 1 (3h) – Objetivos, resultados esperados, aspetos metodológicos, articulação entre as sessões presenciais e autónomas e avaliação da Oficina de Formação. Contextualização da Oficina relativamente às atuais orientações curriculares. Sessão 2 (3h) – Desenvolvimento profissional docente e a organização de metodologias ativas, colaborativas e participativas. Clarificação concetual de Integração Curricular, Transdisciplinaridade e Interdisciplinaridade. Conceção e construção de uma atividade orientada para aprendizagem ativa. (Projeto; Descoberta Guiada; Resolução de Problemas). Sessão 3 (3h) – Clarificação acerca das especificidades metodológicas no desenvolvimento de competências. Seleção e definição de cada uma delas. Aspetos metodológicos comuns a metodologias de aprendizagens ativas. Sessão 4 (3h) – Aspetos metodológicos específicos do pensamento criativo com base na resolução de problemas. Atividade de aplicação de uma modalidade metodológica de desenvolvimento do pensamento crítico e do pensamento criativo. Sessão 5 (3h) – A pertinência da organização de equipas colaborativas de trabalho e de utilização de plataforma de comunicação (TIC). Em grupo, acessível a professores e alunos. A definição de critérios para a formação de equipas de trabalho entre os alunos. Ponto da situação relativa às atividades implementadas em sala de aula – reflexão conjunta. Sessão 6 (4h) – Reflexão em torno das caraterísticas de uma avaliação autêntica das diferentes competências desenvolvidas. Orientações para a construção de dispositivo de avaliação que respeite as caraterísticas de autenticidade, consistência, mobilização, transparência e praticabilidade, ajustado às atividades ativas de aprendizagem. Definição de competências a avaliar. Seleção de descritores e indicadores. Instrumentos de avaliação: Apresentação das caraterísticas de cada um e sua seleção. Sessão 7 (3h) – Análise conjunta das diferentes propostas de dispositivos de avaliação concebidos. Construção de materiais que se adequem à sua aplicação. Planificação da organização da sessão final de demonstração e apuramento de resultados da Oficina de Formação. Sessão 8 (4h) – Apresentação das diversas atividades desenvolvidas, em contexto, pelos formandos. Auto-avaliação e avaliação entre os pares dos resultados da Oficina de Formação.
Metodologias
De acordo com a perspetiva de formação ação – reflexão – ação, as sessões presenciais terão uma articulação com as sessões de trabalho autónomo. As metodologias, como atrás foi referido, terão uma articulação constante entre as sessões presenciais e o trabalho autónomo a desenvolver, procurando sempre a reflexão – ação. Procurar-se-á, sempre que possível, recorrer a trabalho colaborativo, à partilha de práticas e de conhecimentos procurando a pro-atividade dos participantes; dinâmicas de grupo; trabalho orientado; momentos de apresentação dos trabalhos produzidos; reflexão e avaliação formativa; aprofundamento teórico do que se trabalhou e lançamento do trabalho autónomo entre sessões e trabalho individual e em grupo. O trabalho autónomo será desenvolvido a par das sessões presenciais e em articulação com as abordagens efetuadas. Até à sessão 5 os participantes nesta Oficina deverão utilizar 10 horas do trabalho autónomo para planearem a sua própria intervenção com os seus alunos, que será objeto de análise em reflexão conjunta na sessão 5. A reflexão em torno da avaliação dessas atividades e que terão suporte concetual na sessão 6 possibilitará a adequação do dispositivo de avaliação à atividade já planeada, para esta fase prevê-se a utilização de outras 10 horas de trabalho autónomo de modo a permitir reflexão acerca de processos de avaliação ajustados às práticas pedagógicas ativas de aprendizagem. Finalmente após a sessão 7 será necessário concluírem a implementação com os respetivos alunos, de modo a organizarem todas as evidências para a sessão final pelo que serão necessárias pelo menos mais 5 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e integração dos formandos no grupo de formação em cada uma das sessões realizadas. Os formandos serão avaliados em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de um relatório de reflexão (individual), que traduza todo o trabalho produzido nas sessões presenciais e não presenciais, tendo em conta a pertinência, adequabilidade dos materiais produzidos, criatividade, organização, atualidade e apresentação. A escala de avaliação é compreendida entre 1 e 10 valores, sendo que a aprovação na Oficina de Formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas presenciais conjuntas da ação. As percentagens de ponderação serão as que vigoram no centro de formação e aprovadas pela Comissão Pedagógica a aplicar à modalidade de Oficina de Formação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 20:15 | 4:00 | Presencial |
Formador
Diana Manuela de Gusmão Nogueira Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Professores de Música/Ensino Artístico;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Escola de Ballet do Porto | Rua José Augusto de Castro, S/N, 4150-002 Porto
Enquadramento
A formação tem uma componente teórica e uma componente prática. Na parte teórica, abordam-se os fundamentos, princípios e aplicação pedagógica da barra de chão, incluindo esclarecimentos e conselhos que se refletem na prática. Na componente prática, é realizada a demonstração e aplicação de um plano de treino com um objetivo específico, permitindo aos formandos compreender e experimentar a metodologia. A ação é inspirada no livro “Barra de Chão – Uma Nova Abordagem”, da autora Diana Gusmão Vieira, e visa prover os participantes de competências para compreender a abordagem e aplicar os princípios da barra de chão de forma estruturada.
Objetivos
Compreender a abordagem proposta no livro “Barra de Chão – Uma Nova Abordagem”; Aplicar os princípios da barra de chão de forma estruturada e adaptada ao contexto pedagógico; Reconhecer a importância do diagnóstico postural e do en dehors na prática da dança; Desenvolver competências para planificar e estruturar aulas de barra de chão com base em objetivos específicos; Promover práticas seguras e conscientes no ensino artístico vocacional.
Conteúdos
Fundamentos e princípios da barra de chão; Aplicação pedagógica e metodológica; Diagnóstico postural e análise do en dehors; Planeamento e prescrição de treino em contexto de aula; Demonstração prática de um plano de treino com objetivo específico; Estratégias de observação e correção em contexto educativo.
Metodologias
Exposição teórica com apoio audiovisual; Demonstração prática e experimentação corporal; Discussão orientada e partilha de experiências entre formandos; Análise de casos e construção de planos de treino exemplificativos.
Modelo
A avaliação será contínua e qualitativa, baseada na participação ativa, envolvimento nas atividades práticas e capacidade de reflexão sobre os conteúdos apresentados. Critérios: Assiduidade e pontualidade; Participação nas discussões e exercícios práticos.