OFERTA FORMATIVA
Formador
Teresa Alexandra Mendes Costa Pereira
Destinatários
Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares
Enquadramento
O desenvolvimento de competências de leitura e de escrita assume grande importância para se atingir o sucesso a nível académico, pessoal e profissional (Liesa & Castelló, 2005; Fiester, 2013; Duchouquette, Loschert & Barth, 2014). Ler e escrever no âmbito transversal da construção de conhecimentos supõe atividades integradoras em que a leitura e a escrita são ensinadas explicitamente de modo a facilitar o estudo nas diferentes áreas disciplinares. A presente oficina vem na sequência do projeto de investigação Ler e Escrever Para Aprender (Costa-Pereira & Sousa, 2017) e decorre de necessidades identificadas neste domínio quer no agrupamento de escolas em que o projeto foi desenvolvido, quer em outros que participaram em investigação ligada ao projeto. O Estudo Internacional PISA mostra que, no que respeita às competências de leitura, os alunos portugueses têm apresentado uma tendência decrescente nos últimos anos, verificando-se em 2022 uma descida de 15 pontos relativamente ao ano de 2018, ficando Portugal apenas um ponto acima da média da OCDE (Instituto de Avaliação Educativo [IAVE], 2023). Sendo o tipo de texto que apresenta uma maior pertinência na construção do conhecimento académico, é fundamental que os alunos aprendam explicitamente estratégias (cognitivas e metacognitivas) (Boruchovitch, 2007) e que as saibam mobilizar quando leem textos desta natureza (Curto, Morillo, & Teixidó, 2009).
Objetivos
1. Permitir o contacto dos docentes com pressupostos teóricos nos âmbitos da aprendizagem e construção do conhecimento, com enfoque especial na área da compreensão na leitura de textos expositivos (Snow, 2002. Pereira, 2023) e de escrita com função epistémica (Viana, Ribeiro, Santos e Cadime, 2012; Sousa e Costa- Pereira, 2016, Sousa e Costa-Pereira, 2021); 2. Promover e apoiar a construção de propostas de trabalho a implementar em sala de aula: - ancoradas no que se sabe sobre a aprendizagem da língua e sobre a importância da interação e das cenas de atenção conjunta na aprendizagem (Tomasello, Kruger, & Ratner, 1993); 3. Incentivar o trabalho colaborativo entre professores, promovendo uma reflexão alargada sobre a pertinência das atividades implementadas, desenvolver hábitos de observação e análise de situações educativas, visando um clima positivo e desafiante de aprendizagem;
Conteúdos
Os conteúdos desta ação foram definidos segundo uma linha orientadora que permita aos formandos atualizar e aprofundar os conhecimentos científicos e metodológicos ao ensino do Português no 1o ciclo, nomeadamente no domínio do ler e escrever para aprender. Pretende-se, por um lado, proporcionar a reflexão sobre as práticas de cada professor e, por outro, criar propostas de intervenção baseadas nos resultados da investigação produzida sobre a aprendizagem da leitura e da escrita no âmbito do ler e escrever para aprender. A ação terá como base os documentos orientadores do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, nomeadamente as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e incide, maioritariamente, no desenvolvimento de competências ligadas ao ensino da leitura e da escrita. Assim, foram definidos para esta formação, os seguintes conteúdos: - Leitura: aprender a ler e ler para aprender; - Compreensão de texto; - Texto expositivo; - Sentidos do texto: tema, subtema, assunto; informação essencial; antecipação de conteúdos; sínteses parciais; - Vocabulário: alargamento temático; - Organização da informação: esquemas, mapas conceptuais... - Os subprocessos do processo da escrita com especial incidência na planificação e geração de ideias;
Metodologias
Presencial: Passos metodológicos: Realização de sessões conjuntas orientadas pela formadora, organizadas em três eixos, teoria, prática e reflexão: - sessões teóricas de aprofundamento dos temas identificados anteriormente; - sessões teórico-práticas para construção de propostas a implementar em sala de aula; - sessões de reflexão sobre o trabalho desenvolvido e de possíveis alterações a realizar. Dinamização de uma plataforma on-line construída para apoiar a formação - disponibilização de textos e outros materiais - acompanhamento do trabalho autónomo dos formandos; - resposta a questões colocadas pelos professores; - apoio no registo de dados provenientes da intervenção; - moderação de fóruns de discussão e de espaços de partilha de reflexões e recursos construídos Trabalho Autónomo: A estas horas acrescem 25 h de trabalho autónomo individual, onde se inclui, além do trabalho diretamente relacionado com a sala de aula, a participação na plataforma online construída para apoiar a formação. A gestão do total de horas será flexível, de acordo com o contexto sócio educativo de cada agrupamento e com as necessidades identificadas pelo formador.
Avaliação
- Realização das atividades propostas nas sessões conjuntas e nos momentos de trabalho autónomo: - Reflexão escrita sobre a leitura de textos relacionados com as grandes temáticas abordadas (1 texto por formando); - Apresentação de propostas construídas, bem como exemplos das atividades de implementação das mesmas com as crianças em sala de aula; - Identificação das dificuldades sentidas na construção dos recursos e na implementação em sala de aula e dos aspetos a melhorar. Todas as atividades serão realizadas na plataforma online de apoio à formação. A classificação será expressa numa escala quantitativa.
Bibliografia
Costa-Pereira, T., & Sousa, O.C. (2017). Ler e escrever para construir conhecimento. Atas do 12a Encontro da Associação de Professores de Português: Língua e Literatura na escola do Séc. XXI (s/p). Lisboa: Associação dos Professores de Português.IAVE (2023). PISA 2022 PORTUGAL. Relatório Nacional. Retrieved from https://iave.pt/wp- content/uploads/2019/08/Relatorio-Final.pdfPereira, T. (2023). Ler e Escrever para Construir Conhecimento. Lisboa: Edições Sala100Sousa, O. & Costa-Pereira, T., (2016). Escrita, leitura e aprendizagem: um estudo exploratório no ensino superior. Exedra, 185-205.Sousa, O. & Costa-Pereira, T. (2021). Ler e escrever para construir conhecimento: um projeto de intervenção no ensino básico. In Teixeira, M. et al (2021). Anais do VI SIMELP Da união à diversidade. Santarém: Instituto Politécnico de Santarém
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 02-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 09-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 16-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 23-07-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro
Ines Brandao
Susana Gomes da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares
Enquadramento
Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.
Objetivos
Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.
Conteúdos
CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.
Metodologias
Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados. Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.
Bibliografia
Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.
Observações
Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço
1 29-06-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 30-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 01-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 02-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 03-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 03-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-06-2026 (Segunda-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 2 | 30-06-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 3 | 01-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 02-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 5 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Ines Brandao
Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro
Susana Gomes da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares
Enquadramento
Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.
Objetivos
Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.
Conteúdos
CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.
Metodologias
Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados. Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.
Bibliografia
Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.
Observações
Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço
Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão 1 06-07-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 07-07-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 08-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 09-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 10-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 10-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 2 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 09-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 5 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Fundação Repsol
Enquadramento
A ação centra-se na análise dos desafios contemporâneos da escola, promovendo a escuta ativa dos professores para identificar fatores que influenciam o bem estar, a participação dos alunos e o desenvolvimento do talento.
Objetivos
• Identificar fatores que influenciam o bem estar em contexto escolar • Analisar desafios associados à participação dos alunos • Reconhecer barreiras ao desenvolvimento do talento • Desenvolver uma leitura estruturada do contexto educativo
Conteúdos
• Bem estar e aprendizagem • Participação dos alunos • Fatores condicionantes do talento • Análise de causas, efeitos e padrões
Metodologias
• Inteligência coletiva • Dinâmica de grupo • Construção de mural estruturado • Discussão orientada
Modelo
• Participação ativa • Contributos para construção coletiva • Síntese das aprendizagens . Questionário de satisfação
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Ref. 360ACD_36_2026 Inscrições abertas até 03-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_36_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 07-07-2026
Fim: 07-07-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar (Sede)
Formador
Joana Baptista
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Alto do Lumiar | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Existe uma relação estreita entre dificuldades emocionais/comportamentais e o desenvolvimento da leitura. Problemas como hiperatividade e desatenção podem prejudicar a aquisição de competências precoces de literacia ao afetar as relações e o envolvimento na aprendizagem. Por sua vez, dificuldades persistentes de literacia podem aumentar, mais tarde, o risco de problemas comportamentais e emocionais, como ansiedade, baixa autoeficácia e diminuição da autoestima, o que frequentemente leva a evitar as tarefas. Assim, esta ação de formação pretende explorar as influências bidirecionais entre dificuldades emocionais/comportamentais e a aquisição de competências precoces de literacia, identificar problemas de externalização e internalização e sinais precoces de risco, bem como abordar estratégias baseadas na evidência para prevenir comportamentos disruptivos e promover ambientes de aprendizagem inclusivos que favoreçam o bem-estar das crianças. Esta ação proporcionará uma abordagem baseada na evidência científica e nas metodologias pedagógicas ativas, capacitando os participantes para identificar precocemente dificuldades e estratégias de intervenção.
Objetivos
Esta ação de formação tem como objetivo capacitar os formandos para reconhecer e identificar dificuldades emocionais e comportamentais associadas ao desenvolvimento de competências precoces de literacia e implementar estratégias baseadas na evidência que promovam ambientes de aprendizagem inclusivos que favoreçam o bem-estar das crianças. Objetivos específicos: Explorar as relações entre o funcionamento emocional/comportamental e o desenvolvimento de competências precoces de literacia, mais especificamente as influências bidirecionais, incluindo o impacto da hiperatividade, desatenção, comportamento disruptivo e dificuldades emocionais na aprendizagem e desenvolvimento; Identificar dificuldades de externalização e internalização, mais concretamente indicadores comportamentais e emocionais que interferem no desenvolvimento das competências precoces de literacia e desenvolvimento; reconhecimento precoce de sinais de risco; implicações para a sinalização, avaliação e monitorização em contextos educativos; Promover ambientes positivos na sala/escola e reduzir barreiras comportamentais à aprendizagem, nomeadamente discutir estratégias baseadas na evidência para prevenir ou minimizar comportamentos disruptivos, fortalecer as relações educador/professor–criança e entre pares, e fomentar ambientes de aprendizagem inclusivos e de apoio, que promovam o bem-estar, aprendizagem e desenvolvimento da criança.
Conteúdos
Problemas de comportamento e o seu impacto na aquisição de competências precoces de literacia: PHDA e Problemas de Externalização e Internalização. Sinalização precoce, avaliação e monitorização em contexto educativo. Intervenção e promoção de ambientes positivos: prevenir comportamentos disruptivos, Fortalecer relações e promover inclusão e apoio na aprendizagem.
Metodologias
Serão adotadas metodologias de ensino diversas, com especial enfoque em abordagens de aprendizagem ativa. A ação de formação incluirá a exposição de conteúdos, proporcionando uma base teórica sobre os tópicos abordados. Adicionalmente, através da análise de estudos de caso, os formandos poderão aplicar os conceitos teóricos a situações reais, promovendo uma compreensão prática das problemáticas em análise e dos desafios encontrados no exercício das suas funções. Por fim, serão também realizadas atividades colaborativas em grupo e discussões orientadas que incentivarão a reflexão e a ligação dos conteúdos abordados com a prática pedagógica dos formandos.
Modelo
Inquérito
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 16:00 | 7:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Fundação Repsol
Enquadramento
A ação promove a integração das aprendizagens realizadas, através da construção de modelos pedagógicos centrados no bem estar, na escuta ativa e no desenvolvimento do talento dos alunos.
Objetivos
Sistematizar aprendizagens realizadas • Desenvolver uma visão pedagógica centrada no bem estar • Conceber estratégias para promoção do talento • Identificar práticas aplicáveis em contexto real
Conteúdos
Integração de aprendizagens • Modelos pedagógicos centrados no aluno • Práticas de promoção de talento • Estratégias de aplicação em contexto educativo
Metodologias
Metodologias ativas (Lego Serious Play) • Construção individual e coletiva • Partilha entre pares • Reflexão orientada
Modelo
Produção de modelos pedagógicos Participação Reflexão final Questionário de satisfação
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Fundação Repsol
Enquadramento
A ação enquadra a reflexão pedagógica numa perspetiva mais ampla, promovendo o diálogo entre educação, sociedade e mercado de trabalho, através de uma entrevista e uma mesa redonda.
Objetivos
Relacionar práticas educativas com desafios futuros Compreender a ligação entre escola, sociedade e mercado de trabalho Refletir sobre o papel da educação na promoção do talento
Conteúdos
Bem estar e escuta na educação Talento e sistema educativo Competências para o futuro Relação escola-sociedade
Metodologias
Entrevista Mesa redonda Divulgação de projetos premiados Trabalho autónomo: Aplicar ao contexto
Modelo
Registo de participação Reflexão final escrita Questionário de Satisfação
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Ref. 361ACD_37_2026 Inscrições abertas até 10-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_37_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 14-07-2026
Fim: 14-07-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar (Sede)
Formador
Joana Baptista
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Alto do Lumiar | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Apesar da aquisição da leitura ser um marco-chave no desenvolvimento, subjacente ao progresso da criança em múltiplos domínios, dificuldades na aquisição de capacidades de literacia afetam um número significativo de crianças por toda a Europa. Por isso, tem-se revelado fundamental recorrer a uma perspetiva ecológica no âmbito do desenvolvimento da leitura, pois esta permite a identificação precoce de fatores cognitivos, familiares, escolares e societais, de risco e protetores. Ferramentas de aprendizagem digital poderão desempenhar um papel valioso neste processo, ao transformar práticas educacionais e aumentar o envolvimento das crianças, especialmente das que apresentam dificuldades de literacia. Apesar disso, estes jogos também poderão introduzir novos desafios. Assim, esta ação de formação tem como objetivo fornecer uma visão geral integrada, tanto dos fatores relacionados à criança (e.g. capacidades cognitivas, autorregulação), como de influências contextuais (ambiente familiar, escolar e societal mais amplo) que poderão dificultar ou apoiar a aprendizagem de competências precoces de literacia.
Objetivos
Esta ação de formação tem como objetivo capacitar os formandos a compreender os fatores cognitivos e contextuais de risco e de proteção no desenvolvimento de competências precoces de literacia, bem como a utilizar jogos digitais para potenciar as competências cognitivas subjacentes àquelas competências. Objetivos específicos: Examinar a autorregulação e fatores cognitivos, mais especificamente como a autorregulação da criança e, em particular, as funções executivas contribuem para a aquisição de competências precoces de literacia; Explorar jogos digitais desenhados para potenciar os fundamentos cognitivos subjacentes às competências precoces de literacia.
Conteúdos
Fatores cognitivos protetores e de risco para a aquisição de capacidades de leitura. Jogos digitais desenhados para potenciar os fundamentos cognitivos subjacentes às competências precoces de literacia.
Metodologias
Serão adotadas metodologias de ensino diversas, com especial enfoque em abordagens de aprendizagem ativa. A ação de formação incluirá a exposição de conteúdos, proporcionando uma base teórica sobre os tópicos abordados. Adicionalmente, através da análise de estudos de caso, os formandos poderão aplicar os conceitos teóricos a situações reais, promovendo uma compreensão prática das problemáticas em análise e dos desafios encontrados no exercício das suas funções. Por fim, serão também realizadas atividades colaborativas em grupo e discussões orientadas que incentivarão a reflexão e a ligação dos conteúdos abordados com a prática pedagógica dos formandos.
Modelo
Inquérito
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 16:00 | 7:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Maria de Lurdes Martins da Costa Baptista
Angélica Schriewer Pinheiro Cardoso
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Enquadramento e justificação da Ação: O mundo digital contemporâneo apresenta alguns desafios e oportunidades únicas para a educação. As tecnologias emergentes, tais como a Inteligência Artificial (IA), a Realidade Aumentada (RA), a Realidade Virtual (RV) e a Impressão 3D (re)desenham as práticas pedagógicas, proporcionando novas formas de aprender. No entanto, a integração destas ferramentas exige que os professores possuam não só competências técnicas, mas também uma compreensão crítica e pedagógica. De acordo com o Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores (DigCompEdu) e com o Referencial de Competências Digitais para Professores (DGE), esta ação de formação visa apoiar os docentes do ensino básico e secundário no desenvolvimento de competências necessárias para conceber potenciar o processo de ensino- aprendizagem de forma inovadora e significativa, preparando os alunos para um futuro cada vez mais digital.
Objetivos
- Compreender e reconhecer as tecnologias emergentes: Esperava-se que os formandos adquiram uma compreensão fundamental da tecnologia subjacente à IA, RA, RV e impressão 3D, incluindo o funcionamento destas ferramentas e as suas potenciais aplicações em contextos educativos. - Experiência prática: Os formandos deverão interagir diretamente com várias tecnologias e aplicações educativas, tais como ferramentas de IA, aplicações de RA/RV e software de modelação/impressão 3D, através de atividades práticas. - Desenvolver a literacia digital e as competências do século XXI: A formação visa reforçar as competências dos formandos na literacia digital e TIC, preparando-os para responder às exigências dos ambientes digitais de aprendizagem. - Conceber e aplicar planos de aula com IA: Espera-se que os formandos aprendam a conceber, adaptar e implementar aulas que tirem partido destas tecnologias para motivar os alunos, facilitar a aprendizagem e melhorar os resultados escolares. - Refletir sobre o impacto da tecnologia:
Conteúdos
1. Descobrir a Inteligência Artificial (IA) Conhecimento: - Compreender o que é a Inteligência Artificial (IA) e distinguir entre IA restrita e IA geral. - Conhecimentos básicos de algoritmos de aprendizagem automática. - Aplicações da IA na vida quotidiana: reconhecimento facial, chatbots. Aptidões ou competências: - Utilizar a plataforma gratuita Teachable Machine para treinar um modelo simples de IA (por exemplo, reconhecimento de imagens). - Analisar aplicações de IA e identificar benefícios e desafios associados. Atitudes: - Curiosidade sobre as tecnologias emergentes. - Desenvolver uma perspetiva crítica sobre o impacto da IA na sociedade. - Incentivar a curiosidade em aprender sobre as tecnologias emergentes. Descrição: - Compreender os conceitos fundamentais da Inteligência Artificial e aplicá-los na resolução de problemas. - Algoritmos de IA e sua utilização em aplicações como o reconhecimento de voz, análise de dados ou veículos autónomos. - Criar um modelo simples de IA usando Teachable Machine. - Identificar oportunidades e riscos associados à IA. 2. Explorar a Realidade Virtual (RV) Conhecimento: - Compreender o que é a realidade virtual e como funciona (hardware e software). - Diferenças entre realidade virtual (RV), realidade aumentada (RA) e realidade mista (RM). - Aplicações da RV em vários domínios (por exemplo, simulações médicas, turismo virtual). Aptidões ou competências: - Navegar e utilizar aplicações educativas de RV (por exemplo, Google Earth VR, Tilt Brush). - Conceber um ambiente virtual simples utilizando o CoSpaces EDU. Atitudes: - Exploração criativa das tecnologias de RV. - Consciência da importância da RV na educação futura e na formação profissional. Descrição: - Familiarização com a tecnologia de RV e as suas aplicações na educação, medicina, entretenimento e outros domínios. - Apresentação do funcionamento dos óculos de RV. - Utilização de dispositivos de RV (óculos de RV) e desenvolvimento de uma mini-simulação educativa. - Experiência prática em RV: Teste de aplicações de RV. - Criação de um ambiente virtual simples no CoSpaces EDU. 3. Prototipagem com impressão 3D Conhecimentos: - Tinkercad - Como funciona a impressão 3D (hardware, software, materiais). - Aplicações da impressão 3D na indústria, medicina, design e educação. - Conceitos básicos de CAD (Computer-Aided Design). Aptidões ou competências: - Utilizar o software Tinkercad para projetar um modelo 3D simples (por exemplo, uma moeda personalizada e um porta-chaves). - Configurar uma impressora 3D e monitorizar o processo de impressão. Atitudes: - Desenvolvimento de uma mentalidade inovadora e prática. - Consciencialização do impacto da impressão 3D na sustentabilidade e na produção industrial. Descrição: - Desenvolvimento de competências de desenho 3D e compreensão das aplicações da impressão 3D em vários domínios. - Introdução teórica à impressão 3D. - Criação de um modelo 3D com recurso a software especializado (Tinkercad). - Impressão 3D: Configurar a impressora e imprimir o modelo projetado.
Metodologias
Presencial: - Aprendizagem ativa e prática com ferramentas e cenários do mundo real. Reflexão colaborativa e feedback dos pares para aprofundar a compreensão. - Prática interativa - planear, implementar, refletir e aperfeiçoar. Entrega combinada - combinando autoestudo, workshops e apoio contínuo. Esta metodologia garante que os professores não só adquiram competências técnicas, mas também desenvolvem as estratégias pedagógicas e a confiança necessárias para integrar tecnologias avançadas na sua prática de ensino. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo proposto centra-se na exploração prática de três áreas tecnológicas emergentes Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Impressão 3D com o objetivo de desenvolver competências digitais e promover uma aprendizagem ativa. Os formandos são incentivados a compreender conceitos fundamentais, como a distinção entre IA restrita e geral, o funcionamento da RV e as bases do desenho assistido por computador, aplicando-os em atividades concretas. trabalho fomenta atitudes de curiosidade, pensamento crítico e consciência sobre os impactos sociais e educativos destas tecnologias. Ao experimentar aplicações reais desde chatbots e simulações em RV até à impressão de objetos personalizados os formandos desenvolvem uma perspetiva crítica sobre benefícios e riscos, bem como uma mentalidade inovadora e criativa
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de trabalhos por cada um dos formandos, ao longo da formação.
Bibliografia
Zhang, K., & Aslan, S. (2021). Artificial intelligence in education: A review. Educational Technology Research and Development, 69, 18311853.Radianti, J., Majchrzak, T. A., Fromm, J., & Wohlgenannt, I. (2020). A systematic review of immersive virtual reality applications for higher education: Design elements, lessons learned, and research agenda. Computers & Education, 147, 103778.Ford, S., & Minshall, T. (2019). 3D Printing in Education: A Literature Review. European Journal of Education, 54(1), 1534.Morais, C., & Faria, E. (2022). Realidade Virtual e Realidade Aumentada em Contextos Educativos: Potencialidades Pedagógicas e Desafios. Universidade Aberta.Pereira, L. M., & Sousa, C. (2020). Competências digitais e inovação educativa: Desafios para a formação de professores no século XXI. Universidade do Minho.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 19-06-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 22-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:45 | 3:45 | Presencial |
| 5 | 26-06-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 29-06-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:45 | 3:45 | Presencial |
| 7 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 3 horas; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 3 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores-alunos - 3 horas; 5. Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 3 horas; 6. Processos de recolha de informação - 3 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos de intervenção desenvolvidos no âmbito da oficina - 7 horas.
Metodologias
Presencial: Nas sessões presenciais os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática. Neste âmbito, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da análise de instrumentos e melhoria de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:30 | 3:30 | Presencial |
Ref. 312B4_2026 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135089/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 29-04-2026
Fim: 17-06-2026
Regime: Presencial
Local: Centro de Formação Prof. João Soares | Escola Secundária Padre António Vieira
Formador
Simão Palmeirim Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Plano Nacional das Artes | Centro de Formação Professor João Soares
Enquadramento
No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.
Objetivos
Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.
Conteúdos
EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.
Metodologias
Presencial: As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos. Trabalho Autónomo: No final de cada sessão será proposto aos formandos o trabalho autónomo a realizar e esses trabalhos serão apresentados na última sessão. Os formandos são incentivados, através dos vários problemas colocados, a realizarem aprendizagens significativas, com a preocupação de ligação com os contextos e suas vivências profissionais. Esta componente destina-se a: 1. Aprofundamento, pelos formandos, dos conteúdos desenvolvidos nas sessões presenciais, nomeadamente o seu enquadramento nos documentos de referência nacionais, de modo a planificarem atividades diferenciadas. 2. Planificação, implementação e avaliação de atividades com os alunos de natureza disciplinar ou interdisciplinar. 3. Partilha de práticas com o grupo turma. Debate e consensualização de metodologias de implementação e avaliação.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 01-07-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 08-07-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE Alvalade
Observações
Módulos de formação para os novos docentes/docentes com habilitação própria do AE de Alvalade
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Lisboa | Centro de Formação Professor João Soares
Formador
Bernardo Branco Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
My Polis | Centro de Formação professor João Soares
Enquadramento
A MyPolis, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, tem o prazer de convidar V. Exas. para o Dia Democracity, que terá lugar no próximo dia 19 de maio, entre as 9h15 e as 12h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O encontro dirige-se a profissionais da área da educação, nomeadamente de escolas, municípios e organizações, interessados em conhecer e explorar o Democracity, um recurso pedagógico prático e inovador que promove a literacia democrática junto dos jovens, através de metodologias participativas e experiências imersivas de tomada de decisão.
Conteúdos
O programa incluirá momentos de apresentação, partilha de experiências e discussão sobre a aplicação do jogo Democracity em diferentes contextos educativos, bem como o painel: “Democracity: da simulação à participação real”, com a participação de Bernardo Gonçalves, fundador e diretor da MyPolis, Maria Inácia Rezola, historiadora, professora e Comissária dos 50 anos do 25 de Abril, e Hugo Ferrinho Lopes, professor auxiliar convidado no Iscte e na EEG-UMinho.
Metodologias
Esta manhã será dedicada à reflexão e ao diálogo em torno da educação para a cidadania e da participação democrática.
Observações
Agradecemos, caso seja do vosso interesse, a confirmação da presença através do seguinte formulário: https://forms.gle/2h9sKBm59L7J2kiF7
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 09:15 - 12:30 | 3:15 | Presencial |
Formador
Bernardo Branco Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
My Polis | Centro de Formação professor João Soares
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 09:15 - 12:30 | 3:15 | Presencial |
Formador
João António Heliodoro Garcia
Sónia Isabel Carvalhinho Henriques Pestana
Romina Sofia Varela Costa Alemida
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | DGESTE - Direção de Serviços Escolafres
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Kalpna Kirtikumar
Patrícia Louro de Moraes Sarmento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres | Semear Valores | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Os Professores enfrentam desafios diários, como a sobrecarga de trabalho, exigências administrativas , , turmas heterogêneas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e estudos da OCDE indicam que o burnout entre professores tem aumentado, levando a impactos negativos na saúde mental e na qualidade do ensino. Portanto, desenvolver a resiliência torna-se essencial para garantir o bem-estar docente e a permanência na profissão.
Objetivos
A formação visa fortalecer a resiliência dos professores, promovendo uma compreensão aprofundada sobre o conceito e sua aplicação na docência. Busca-se proporcionar estratégias práticas para que os docentes desenvolvam recursos internos e externos que os ajudem a enfrentar desafios de forma mais equilibrada e sustentável.
Conteúdos
A resiliência como um processo dinâmico e construído ao longo do tempo O papel dos professores na construção da própria resiliência Modelo ABC Identificação de recursos internos (competências socioemocionais, autocuidado, propósito profissional, autorregulação emocional) e externos (apoio da comunidade escolar, colegas, redes de suporte e práticas institucionais que favorecem a resiliência). A comunicação não-violenta como enquanto ferramenta para a construção da resiliência
Metodologias
Presencial: Expositivo, interrogativo, demonstrativo (visualização de vídeos) e ativo (dinâmicas de grupo; exercícios promotores de resiliência).
Modelo
Frequência
Observações
Exclusivo para Docentes e Não Docentes do Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Kalpna Kirtikumar
Patrícia Louro de Moraes Sarmento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres | Semear Valores | Centro de Formação Prof. João Soares
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Mariana Isabel Maruta Grazina
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE das Olaias
Objetivos
No final desta oficina pretende-se que os professores planifiquem, concebam e implementem uma intervenção com os seus alunos de acordo com o seguinte: Compreender aspetos concetuais que caraterizam as metodologias de aprendizagem ativas, como Metodologia de Trabalho de Projeto; Aprendizagem Baseada em Resolução de Problemas; Perspetivas de Aprendizagem por metodologia de “Inquiry”; Descoberta Orientada e/ou Estudos de Caso. Desenvolver a capacidade de intervenção e desenvolvimento de metodologias ativas de aprendizagem, desde a sua conceção, até à sua reflexão e avaliação.
Conteúdos
Sessões presenciais: Sessão 1 (3h) – Objetivos, resultados esperados, aspetos metodológicos, articulação entre as sessões presenciais e autónomas e avaliação da Oficina de Formação. Contextualização da Oficina relativamente às atuais orientações curriculares. Sessão 2 (3h) – Desenvolvimento profissional docente e a organização de metodologias ativas, colaborativas e participativas. Clarificação concetual de Integração Curricular, Transdisciplinaridade e Interdisciplinaridade. Conceção e construção de uma atividade orientada para aprendizagem ativa. (Projeto; Descoberta Guiada; Resolução de Problemas). Sessão 3 (3h) – Clarificação acerca das especificidades metodológicas no desenvolvimento de competências. Seleção e definição de cada uma delas. Aspetos metodológicos comuns a metodologias de aprendizagens ativas. Sessão 4 (3h) – Aspetos metodológicos específicos do pensamento criativo com base na resolução de problemas. Atividade de aplicação de uma modalidade metodológica de desenvolvimento do pensamento crítico e do pensamento criativo. Sessão 5 (3h) – A pertinência da organização de equipas colaborativas de trabalho e de utilização de plataforma de comunicação (TIC). Em grupo, acessível a professores e alunos. A definição de critérios para a formação de equipas de trabalho entre os alunos. Ponto da situação relativa às atividades implementadas em sala de aula – reflexão conjunta. Sessão 6 (4h) – Reflexão em torno das caraterísticas de uma avaliação autêntica das diferentes competências desenvolvidas. Orientações para a construção de dispositivo de avaliação que respeite as caraterísticas de autenticidade, consistência, mobilização, transparência e praticabilidade, ajustado às atividades ativas de aprendizagem. Definição de competências a avaliar. Seleção de descritores e indicadores. Instrumentos de avaliação: Apresentação das caraterísticas de cada um e sua seleção. Sessão 7 (3h) – Análise conjunta das diferentes propostas de dispositivos de avaliação concebidos. Construção de materiais que se adequem à sua aplicação. Planificação da organização da sessão final de demonstração e apuramento de resultados da Oficina de Formação. Sessão 8 (4h) – Apresentação das diversas atividades desenvolvidas, em contexto, pelos formandos. Auto-avaliação e avaliação entre os pares dos resultados da Oficina de Formação.
Metodologias
De acordo com a perspetiva de formação ação – reflexão – ação, as sessões presenciais terão uma articulação com as sessões de trabalho autónomo. As metodologias, como atrás foi referido, terão uma articulação constante entre as sessões presenciais e o trabalho autónomo a desenvolver, procurando sempre a reflexão – ação. Procurar-se-á, sempre que possível, recorrer a trabalho colaborativo, à partilha de práticas e de conhecimentos procurando a pro-atividade dos participantes; dinâmicas de grupo; trabalho orientado; momentos de apresentação dos trabalhos produzidos; reflexão e avaliação formativa; aprofundamento teórico do que se trabalhou e lançamento do trabalho autónomo entre sessões e trabalho individual e em grupo. O trabalho autónomo será desenvolvido a par das sessões presenciais e em articulação com as abordagens efetuadas. Até à sessão 5 os participantes nesta Oficina deverão utilizar 10 horas do trabalho autónomo para planearem a sua própria intervenção com os seus alunos, que será objeto de análise em reflexão conjunta na sessão 5. A reflexão em torno da avaliação dessas atividades e que terão suporte concetual na sessão 6 possibilitará a adequação do dispositivo de avaliação à atividade já planeada, para esta fase prevê-se a utilização de outras 10 horas de trabalho autónomo de modo a permitir reflexão acerca de processos de avaliação ajustados às práticas pedagógicas ativas de aprendizagem. Finalmente após a sessão 7 será necessário concluírem a implementação com os respetivos alunos, de modo a organizarem todas as evidências para a sessão final pelo que serão necessárias pelo menos mais 5 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e integração dos formandos no grupo de formação em cada uma das sessões realizadas. Os formandos serão avaliados em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de um relatório de reflexão (individual), que traduza todo o trabalho produzido nas sessões presenciais e não presenciais, tendo em conta a pertinência, adequabilidade dos materiais produzidos, criatividade, organização, atualidade e apresentação. A escala de avaliação é compreendida entre 1 e 10 valores, sendo que a aprovação na Oficina de Formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas presenciais conjuntas da ação. As percentagens de ponderação serão as que vigoram no centro de formação e aprovadas pela Comissão Pedagógica a aplicar à modalidade de Oficina de Formação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 20:15 | 4:00 | Presencial |
Formador
Diana Manuela de Gusmão Nogueira Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Professores de Música/Ensino Artístico;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Escola de Ballet do Porto | Rua José Augusto de Castro, S/N, 4150-002 Porto
Enquadramento
A formação tem uma componente teórica e uma componente prática. Na parte teórica, abordam-se os fundamentos, princípios e aplicação pedagógica da barra de chão, incluindo esclarecimentos e conselhos que se refletem na prática. Na componente prática, é realizada a demonstração e aplicação de um plano de treino com um objetivo específico, permitindo aos formandos compreender e experimentar a metodologia. A ação é inspirada no livro “Barra de Chão – Uma Nova Abordagem”, da autora Diana Gusmão Vieira, e visa prover os participantes de competências para compreender a abordagem e aplicar os princípios da barra de chão de forma estruturada.
Objetivos
Compreender a abordagem proposta no livro “Barra de Chão – Uma Nova Abordagem”; Aplicar os princípios da barra de chão de forma estruturada e adaptada ao contexto pedagógico; Reconhecer a importância do diagnóstico postural e do en dehors na prática da dança; Desenvolver competências para planificar e estruturar aulas de barra de chão com base em objetivos específicos; Promover práticas seguras e conscientes no ensino artístico vocacional.
Conteúdos
Fundamentos e princípios da barra de chão; Aplicação pedagógica e metodológica; Diagnóstico postural e análise do en dehors; Planeamento e prescrição de treino em contexto de aula; Demonstração prática de um plano de treino com objetivo específico; Estratégias de observação e correção em contexto educativo.
Metodologias
Exposição teórica com apoio audiovisual; Demonstração prática e experimentação corporal; Discussão orientada e partilha de experiências entre formandos; Análise de casos e construção de planos de treino exemplificativos.
Modelo
A avaliação será contínua e qualitativa, baseada na participação ativa, envolvimento nas atividades práticas e capacidade de reflexão sobre os conteúdos apresentados. Critérios: Assiduidade e pontualidade; Participação nas discussões e exercícios práticos.